Caso Isabelle: namorado de Isabelle Caracristi é preso após estudante ser encontrada morta em condomínio de Fortaleza

23 de setembro de 2026 Policial
Redação Tu Visse por Redação Tu Visse

João Munhoz Neto, de 33 anos, namorado da estudante de Direito Isabelle Caracristi, de 22, foi preso preventivamente nesta terça-feira (22), em Fortaleza. A jovem foi encontrada morta no pátio do condomínio onde morava com o namorado e familiares dele, no bairro Aldeota, no dia 13 de setembro.

A prisão foi determinada pela Justiça do Ceará. O processo tramita sob sigilo, e as autoridades não divulgaram, até o momento, a motivação da decisão. A prisão foi confirmada pela Polícia Civil do Ceará e pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). 

Isabelle era estudante de Direito e tinha 22 anos. Segundo informações divulgadas pela família, ela conheceu João em julho, quando começou a estagiar em um escritório de advocacia onde ele trabalhava. Os dois iniciaram um relacionamento e, posteriormente, ela passou a morar no condomínio em que ele residia.

Investigação

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte da estudante. Segundo informações divulgadas pelas autoridades, imagens das câmeras de segurança do condomínio estão sendo analisadas para estabelecer a cronologia dos acontecimentos.

A perícia identificou lesões no corpo de Isabelle compatíveis com impacto contra o solo. Exames laboratoriais não apontaram a presença de substâncias de interesse toxicológico. A dinâmica da morte, entretanto, ainda é objeto da investigação.

De acordo com reportagens sobre o caso, imagens mostram Isabelle seguindo sozinha para o 23º andar do edifício antes da morte. João teria retornado ao condomínio posteriormente. A interpretação das imagens e demais elementos do caso ainda está sendo apurada pelas autoridades.

Na segunda-feira (21), João prestou depoimento à Polícia Civil e, segundo sua defesa, entregou o celular e a senha para análise. A defesa nega que ele tenha envolvimento na morte de Isabelle e afirma que hipóteses como queda ou suicídio devem ser consideradas enquanto a perícia não for concluída.

O caso ganhou repercussão após a mãe de Isabelle, Isorlanda Caracristi, publicar um vídeo nas redes sociais cobrando esclarecimentos sobre a morte da filha. Familiares também prestaram depoimento à polícia.

A investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil do Ceará.

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